Paradigma amapaense de governança socioambiental:

superando o Implementation Gap no Tipping Point amazônico

Autores

DOI:

https://doi.org/10.5281/zenodo.20831383

Palavras-chave:

Amazônia legal, governança socioambiental, lei complementar nº 169/2025, constitucionalismo ambiental, vulnerabilidade social

Resumo

A iminência do colapso ecossistêmico da Amazônia e o persistente déficit de implementação das políticas ambientais demandam arranjos institucionais capazes de superar o modelo tradicional de gestão. Analisou-se a arquitetura normativa do Código de Governança Socioambiental do Estado do Amapá (Lei Complementar nº 169/2025), investigando sua potencialidade como paradigma para a Amazônia Legal diante do paradoxo da pobreza na abundância. Sob o marco teórico da responsabilidade intergeracional e do entrincheiramento normativo via lei complementar, examinou-se a hipótese de que o diploma amapaense busca superar o exaurido modelo de comando e controle ao integrar proteção ecossistêmica e dignidade social. Adotou-se abordagem qualitativa, de natureza predominantemente dedutiva, mediante análise documental-exegética, com triangulação entre o texto legal e indicadores socioeconômicos regionais oriundos de fontes secundárias. A análise evidenciou o caráter inovador da norma, que amplia os instrumentos de gestão e institucionaliza mecanismos de justiça administrativa voltados à vulnerabilidade social e à sociobioeconomia. Conclui-se que o Código do Amapá apresenta potencial paradigmático para mitigar o implementation gap e fortalecer a efetividade dos direitos fundamentais socioambientais frente aos riscos do tipping point amazônico.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Marckjones Santana Gomes, Universidade Federal do Amazonas - UFAM

Mestrando do Programa de Pós-Graduação em Direito da Universidade Federal do Amazonas - PPGDir/UFAM. Especialista em Direito Público pela Universidade do Estado do Amazonas - UEA. MBA em Relações Institucionais, Governamentais e Compliance pela Escola de Contas Públicas do Tribunal de Contas do Estado do Amazonas - ECP/TCE/AM e pela UNIALFA/FADISP. Graduado em Direito pela Universidade do Estado do Amazonas UEA. Professor de Direito da Faculdade Santa Teresa - FST. Advogado.

José Roque Nunes Marques, UFAM

Doutor pelo Programa Multi-institucional de Pós-Graduação em Biotecnologia da Universidade Federal do Amazonas (UFAM). Mestre em Direito pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Bacharel em Direito pela UFAM. Professor Assistente na UFAM, Faculdade de Direito, Manaus, Amazonas, Brasil. Promotor de Justiça aposentado do Ministério Público do Estado do Amazonas (MPE-AM). Advogado. ORCID: http://orcid.org/0000-0002-4683-6351. E-mail: joseroquenunesmarques@gmail.com.

Referências

AHRENS, Sonke. O ‘novo’ código florestal brasileiro: conceitos jurídicos fundamentais. In: CONGRESSO FLORESTAL BRASILEIRO, 8., 2003, São Paulo. Benefícios, produtos e serviços da floresta: oportunidades e desafios do século XXI. São Paulo: Sociedade Brasileira de Silvicultura; Sociedade Brasileira de Engenheiros Florestais, 2003.

AMAPÁ. Lei Complementar nº 169, de 9 de janeiro de 2025. Institui o Código de Governança Socioambiental, Uso Sustentável dos Recursos Naturais e Mudança do Clima do Estado do Amapá e dá outras providências. Macapá: Assembleia Legislativa do Estado do Amapá, 2025a.

AMAPÁ. Governo do Estado. Cartilha: Código de Governança Socioambiental, Uso Sustentável dos Recursos Naturais e Mudança do Clima do Estado do Amapá. Macapá: Governo do Estado do Amapá, 2025b. Disponível em: https://agenciaamapa.com.br/midias/anexos/28830-Cartilha%20-%20%20C%C3%B3digo%20de%20Governan%C3%A7a%20Socioambiental.pdf. Acesso em: 24 dez. 2025.

AMAPÁ. Secretaria do Meio Ambiente (Sema). Novo Código de Governança Socioambiental instituído pelo Governo do Amapá entra em vigor nesta quarta-feira, dia 9. Macapá: Sema, 9 abr. 2025c. Disponível em: https://sema.portal.ap.gov.br/noticia/0904/novo-codigo-de-governanca-socioambiental-instituido-pelo-governo-do-amapa-entra-em-vigor-nesta-quarta-feira-dia-9. Acesso em: 23 dez. 2025.

AMIN, Mario Miguel. A Amazônia na geopolítica mundial dos recursos estratégicos do século XXI. Revista Crítica de Ciências Sociais, n. 107, p. 17-38, 2015.

BENJAMIN, Antonio Herman de Vasconcellos e. Direito constitucional ambiental brasileiro. In: CANOTILHO, José Joaquim Gomes; LEITE, José Rubens Morato (org.). Direito constitucional ambiental brasileiro. São Paulo: Saraiva, 2007. parte II, p. 57-130.

BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Brasília, DF: Presidência da República, 1988. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm. Acesso em: 30 jun. 2024.

BRASIL. Decreto nº 9.073, de 5 de junho de 2017. Promulga o Acordo de Paris sob a Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, celebrado em Paris, em 12 de dezembro de 2015. Brasília, DF: Presidência da República, 2017.

BRASIL. Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden). Nota Técnica nº 524/2024/SEI-CEMADEN. Brasília, DF: Cemaden, 2024. Disponível em: https://www.gov.br/cemaden/pt-br/assuntos/monitoramento/monitoramento-de-seca-para-o-brasil/monitoramento-de-secas-e-impactos-no-brasil-agosto-2024. Acesso em: 5 set. 2025.

BRASIL. Tribunal de Contas da União (TCU). Referencial básico de governança aplicável a organizações públicas e outros entes jurisdicionados ao TCU. 3. ed. Brasília, DF: TCU; SecexAdministração, 2020.

BRASIL. Supremo Tribunal Federal (STF). Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 4.757. Relatora: Ministra Rosa Weber. Julgamento: 13 dez. 2022. Publicação: DJE 17 mar. 2023.

BRASIL. Supremo Tribunal Federal (STF). Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 623. Relatora: Ministra Rosa Weber. Julgamento: 22 maio 2023. Publicação: DJE 18 jul. 2023.

CÂMARA, João Batista Drummond. Governança ambiental no Brasil: ecos do passado. Revista de Sociologia e Política, v. 21, n. 46, p. 125-146, jun. 2013. Disponível em: https://doi.org/10.1590/S0104-44782013000200008. Acesso em: 28 jun. 2024.

CAVALCANTI, Clóvis. Economia e ecologia: problemas da governança ambiental no Brasil. Revista Iberoamericana de Economía Ecológica, v. 1, p. 1-10, 2004.

CÔRTES, Marcos dos Santos; SOUZA, Maurício Oliveira de; RODRIGUES, Carina Baia; GATINHO, Dacicleide Sousa Cunha. Avaliação dos indicadores de implementação e gestão das Unidades de Conservação estaduais do Amapá no período de 2013 a 2018. Brazilian Journals of Business, Curitiba, v. 3, n. 2, p. 1956-1978, abr./jun. 2021. DOI: 10.34140/bjbv3n2-044.

CUNHA FILHO, Alexandre Jorge Carneiro da. Governança pública na administração contemporânea. 2017. Tese (Doutorado em Direito do Estado) — Faculdade de Direito, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2017.

DA SILVA, Andressa Pompeu; CAOVILLA, Maria Aparecida Lucca; PEREIRA, Reginaldo. Governança ambiental transnacional em tempos de radicalização do neoliberalismo e de mudanças climáticas: perspectivas a partir da metáfora dos regimes planetários. Direito Público, v. 18, n. 97, p. 252-274, 2021. Disponível em: https://doi.org/10.11117/rdp.v18i97.4937. Acesso em: 10 jul. 2024.

DE MOURA, Adriana Maria Magalhães (org.). Governança ambiental no Brasil: instituições, atores e políticas públicas. Brasília, DF: Ipea, 2016.

DE SOUSA COSTA, Janayna Santos; BORGES, Wardsson Lustrino. Caracterização dos municípios do Estado do Amapá, Amazônia Oriental brasileira, quanto às diferenças nos níveis de desenvolvimento. Revista Brasileira de Gestão e Desenvolvimento Regional, Taubaté, v. 18, n. 1, p. 361-374, jan./abr. 2022.

DINIZ, Mônica. Sesmarias e posses de terras: política fundiária para assegurar a colonização brasileira. Revista Eletrônica do Arquivo do Estado de São Paulo, ed. 2, jun. 2005. Disponível em: http://www.historica.arquivoestado.sp.gov.br/materias/anteriores/edicao02/materia03/. Acesso em: 28 jun. 2024.

FEARNSIDE, Philip M. Rios voadores e a água de São Paulo 2: a reciclagem da água. Amazônia Real, v. 16, 2015.

FERREIRA, Breno de Oliveira; PEIXOTO, Carolline Frota Pereira; SOUTO, Débora Andreia Gomes. Conflito socioambiental e saúde: estudo de caso do povo indígena Wajãpi no Amapá. Revista de Direito da Amazônia, Manaus, 2025.

FRANCO, Marco A.; RIZZO, Luciana V.; TEIXEIRA, Márcio J. et al. How climate change and deforestation interact in the transformation of the Amazon rainforest. Nature Communications, v. 16, art. 7944, p. 1-10, 2025. Disponível em: https://www.nature.com/articles/s41467-025-63156-0. Acesso em: 4 set. 2025.

G1. ‘Xenofobia’ x ‘Não o culpo’: a reação de brasileiros nas redes à fala do chanceler alemão sobre o Brasil. Redação G1, 17 nov. 2025. Disponível em: https://g1.globo.com/mundo/noticia/2025/11/17/xenofobia-x-nao-o-culpo-a-reacao-de-brasileiros-nas-redes-a-fala-do-chanceler-alemao-sobre-o-brasil.ghtml. Acesso em: 23 nov. 2025.

G1 AMAZONAS. Veja imagens da seca histórica e com recorde de queimadas no Amazonas. G1 Amazonas, 15 set. 2024. Disponível em: https://g1.globo.com/am/amazonas/noticia/2024/09/15/veja-imagens-da-seca-historica-e-com-recorde-de-queimadas-no-amazonas.ghtml. Acesso em: 21 set. 2024.

GARCIA, Edenise. Das temperaturas recordes aos tipping points: uma distância que diminui cada vez mais. The Nature Conservancy, 2023. Disponível em: https://www.tnc.org.br/conecte-se/comunicacao/artigos-e-estudos/temperaturas-recordes-tipping-point/. Acesso em: 27 abr. 2025.

GRANZIERA, Maria Luiza Machado; CRUZ, Karla Aparecida Vasconcelos Alves da. A pobreza humana frente à ausência de moradia e ao acesso aos serviços básicos: a atuação dos entes subnacionais e do poder local em São Paulo como meio para o alcance do ODS 1 e da Meta 1.4. In: REI, Fernando; GRANZIERA, Luíza Machado; GONÇALVES, Alcindo (org.). Paradiplomacia ambiental — Agenda 2030: environmental paradiplomacy. Santos: Editora Universitária Leopoldianum, 2020.

GRANZIERA, Maria Luiza Machado; RIANI, Rhiani Salamon Reis. A cooperação internacional para sociedades inclusivas: a construção de capacidades multinível e multiatores no contexto da Agenda 2030. In: REI, Fernando; GRANZIERA, Luíza Machado; GONÇALVES, Alcindo (org.). Paradiplomacia ambiental — Agenda 2030: environmental paradiplomacy. Santos: Editora Universitária Leopoldianum, 2020

GREENPEACE BRASIL. Queimadas no Amazonas batem recorde para o mês de outubro. Greenpeace Brasil, out. 2023. Disponível em: https://www.greenpeace.org/brasil/blog/queimadas-no-amazonas-batem-recorde-para-o-mes-de-outubro/. Acesso em: 2 jul. 2024.

JACOBI, Pedro Roberto; SINISGALLI, Paulo Antonio de Almeida. Governança ambiental e economia verde. Ciência & Saúde Coletiva, v. 17, n. 6, p. 1469-1478, 2012. Disponível em: https://www.scielo.br/j/csc/a/DBXxLJvGdzr8yLLMbYms8ym/?format=pdf&lang=pt. Acesso em: 30 dez. 2025.

JUSTEN FILHO, Marçal. Comentários à lei de licitações e contratações administrativas. São Paulo: Thomson Reuters Brasil, 2021. E-book.

LEIROS, Marcela. Região do AM tem maior proporção de pessoas abaixo da linha da pobreza no Brasil. Revista Cenarium, 2024. Disponível em: https://revistacenarium.com.br/regiao-do-am-tem-maior-proporcao-de-pessoas-abaixo-da-linha-da-pobreza-no-brasil/. Acesso em: 27 abr. 2025.

LIMA, Luiz Henrique. Atuação do Tribunal de Contas da União no controle externo da gestão ambiental. In: MOURA, Adriana Maria Magalhães de (org.). Governança ambiental no Brasil: instituições, atores e políticas públicas. Brasília, DF: Ipea, 2016.

LOMBA, Roni Mayer; SILVA, Israel Coutinho. O crédito rural na agricultura familiar no Estado do Amapá — Brasil. Informe Gepec, Toledo, v. 18, n. 2, p. 20-36, 2014. Disponível em: http://e-revista.unioeste.br/index.php/gepec/article/view/10478. Acesso em: 24 dez. 2025.

LOUREIRO, Violeta Refkalefsky. Amazônia: uma história de perdas e danos, um futuro a (re)construir. Estudos Avançados, v. 16, n. 45, p. 112-121, ago. 2002.

LOVEJOY, Thomas E.; NOBRE, Carlos. Amazon tipping point. Science Advances, v. 4, n. 2, fev. 2018. Disponível em: https://doi.org/10.1126/sciadv.aat2340. Acesso em: 9 out. 2025.

MASSULO, Débora Silva. Mercadologização de corpos indígenas: um estudo sociojurídico sobre o impacto da exploração de ouro ilegal na Terra Indígena Yanomami, no período de 2020-2023. 2023. Dissertação (Mestrado em Direito) — Programa de Pós-Graduação em Direito, Universidade Federal do Amazonas, Manaus, 2023.

MOTA E SILVA, Tiago da. Como evitar que a seca histórica na Amazônia se torne um ‘novo normal’? Ecoa UOL, 8 mar. 2024. Disponível em: https://www.uol.com.br/ecoa/ultimas-noticias/2024/03/08/como-evitar-que-a-seca-historica-na-amazonia-se-torne-um-novo-normal.htm. Acesso em: 21 set. 2024.

NAÇÕES UNIDAS NO BRASIL (ONU Brasil). Transformando nosso mundo: a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável. 2020. Disponível em: https://brasil.un.org/sites/default/files/2020-09/agenda2030-pt-br.pdf. Acesso em: 30 dez. 2025.

NAJAM, Adil; PAPA, Mihaela; TAIYAB, Nadaa. Global environmental governance: a reform agenda. Winnipeg: International Institute for Sustainable Development, 2006.

NARDES, João Augusto Ribeiro; ALTOUNIAN, Cláudio Sarian; VIEIRA, Luis Afonso Gomes. Governança pública: o desafio do Brasil. Belo Horizonte: Fórum, 2018.

NINA, Alex Santiago. Desastres naturais e pobreza absoluta na Amazônia: uma análise quantitativa. 2021. Tese (Doutorado em Desenvolvimento Sustentável do Trópico Úmido) — Universidade Federal do Pará, Belém, 2021.

NOBRE, Carlos A.; BORMA, Laura De Simone. Tipping points for the Amazon forest. Current Opinion in Environmental Sustainability, v. 1, p. 28-36, 2009.

PAES, Lucas de Oliveira. The Amazon rainforest and the global-regional politics of ecosystem governance. International Affairs, v. 98, n. 6, p. 2077-2097, nov. 2022.

PONTES FILHO, Raimundo Pereira. Logospirataria na Amazônia Legal. 2016. Tese (Doutorado em Sociedade e Cultura na Amazônia) — Universidade Federal do Amazonas, Manaus, 2016.

PONTES FILHO, Raimundo Pereira. Formação sociocultural da Amazônia colonial. Manaus: Livre, 2021.

PORTO, Marcelo Firpo de Souza; ROCHA, Diogo. Neoextrativismo, garimpo e vulnerabilização dos povos indígenas como expressão de um colonialismo persistente no Brasil. Saúde em Debate, v. 46, p. 487-500, 2022.

PRADO JÚNIOR, Caio. História econômica do Brasil. São Paulo: Brasiliense, 1998.

ROSENAU, James N.; CZEMPIEL, Ernst-Otto (org.). Governança sem governo: ordem e transformação na política mundial. São Paulo: Imprensa Oficial do Estado, 2000.

SARLET, Ingo Wolfgang; FENSTERSEIFER, Tiago. Direito constitucional ecológico: Constituição, direitos fundamentais e proteção da natureza. 7. ed. São Paulo: Thomson Reuters, 2021.

SÉGUIN, Elida; CARRERA, Francisco. Lei de crimes ambientais. Rio de Janeiro: Adcoas, 1999.

SILVA, Bianca Cavalcante da. Mudanças na paisagem da bacia do rio Purus: impactos e desafios para a redução do desmatamento e da degradação florestal. 2023. Dissertação (Mestrado em Geografia) — Universidade Federal do Amazonas, Manaus, 2023.

SILVA, José Afonso da. Aplicabilidade das normas constitucionais. 6. ed. São Paulo: Malheiros, 2003.

VIEIRA, Solange Paiva; MENDES, André Gustavo Salcedo Teixeira. Governança corporativa: uma análise de sua evolução e impactos no mercado de capitais brasileiro. Revista do BNDES, Rio de Janeiro, v. 11, n. 22, p. 103-122, 2004.

WORLD METEOROLOGICAL ORGANIZATION (WMO). WMO confirms 2024 as warmest year on record at about 1.55 °C above pre-industrial level. 2024. Disponível em: https://wmo.int/news/media-centre/wmo-confirms-2024-warmest-year-record-about-155degc-above-pre-industrial-level. Acesso em: 15 abr. 2025.

Downloads

Publicado

2026-06-30

Como Citar

Santana Gomes, M., & Nunes Marques, J. R. (2026). Paradigma amapaense de governança socioambiental:: superando o Implementation Gap no Tipping Point amazônico. Revista De Direito Da Amazônia, 3(1). https://doi.org/10.5281/zenodo.20831383

Artigos Semelhantes

<< < 1 2 3 4 5 

Você também pode iniciar uma pesquisa avançada por similaridade para este artigo.