Teorias clássicas e subjugação da mulher: releitura a partir do feminismo e revisão do cânone
DOI:
https://doi.org/10.5281/zenodo.17610792Palavras-chave:
educação, transformação social, feminismo, Karl Marx, Emile DurkheimResumo
O presente texto busca demonstrar como a revisitação de teorias clássicas de base patriarcal corrobora com a manutenção do processo de subjugação feminina. Para tal fim, utilizou-se das teorias de divisão do trabalho de Karl Marx e de Émile Durkheim. Verificando que o processo educacional exerce o potencial de manter ou romper com violências culturalmente reafirmadas, propomos a revisitação dos clássicos a partir de uma teoria feminista, guia hermenêutico para ações educacionais de cunho formal ou informal que almejem transformação social, bem como, a adoção de teorias formuladas por mulheres na formação acadêmica. Entendemos que a apreensão de teorias feministas por meio do processo educacional crítico de cunho material é um agente transformador da sociedade, capaz de romper com o ciclo de subjugação da mulher.
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